Não, para formatar as mentes temos o comando format mentes:, ao qual recorremos em situações extremas, o que não é o caso tendo em conta que o excerto aqui publicado tem um link direccionado para essa crónica e quem o entender pode clicar nele e ler o resto da crónica se para aí estiver virado. Pelo que estamos conversados em relação a democracia e honestidade, se bem que agora podíamos entrar noutros campos, nos quais não vou entrar porque não me apetece, apesar de me ter dado lenha suficiente.
caro Mono Penso que a sua resposta ao meu comentário não pretendia levantar suspeitas sobre a minha honestidade. No entanto, e porque pode ficar em quem o lê a dúvida de que poderia ter em seu poder alguma coisa que me apontasse do ponto de vista da minha honestidade, deixe-me dizer-lhe que, como diz o povo, "quem não deve, não teme", e por isso lhe digo que se tem alguma dúvida sobre a minha pessoa o deve declarar publicamente e, em caso limite, dar conta às autoridades policiais das informações que possa ter! Quanto à democracia, não lhe dou lições nem lhas aceito, até porque neste âmbito não tenho dúvidas que estamos do mesmo lado da barricada. Ramiro Matos!
Correcto! Parto sempre do princípio que os leitores têm inteligência, conseguem identificar links e discernir entre frases mais complicadas. Erro meu. Quanto à honestidade, creio que até o Isaltino Morais se julga um homem honesto.
11 Minis:
Nem uma ediçãozinha estrangeira? nem uma The Atlantic, ou um Figaro? Que pobreza franciscana.
lol
Porque é que assinas a Visão? O meu pai tem o hábito de assinar e datar os livros novos (para ele) que lê. Agora revistas?
E quem não sabe assinar??? Mete o dedo?...
Ehehhe. Os contribuintes externos do ST no seu melhor.
Caro Mono
Teria sido bem mais democrático e honesto ter publicado todo o meu comentário.
Ou pretende deliberadamente que os que lêem isto que retirou do que eu escrevi não percebam o que eu queria dizer?
Para quem não teve oportuniadde de ler, isto faz parte de uma crónica minha no Capeia Arrraiana de quinta-feira passada.
Assim se vão formatando as mentes não é?!
Ramiro Matos
Não, para formatar as mentes temos o comando format mentes:, ao qual recorremos em situações extremas, o que não é o caso tendo em conta que o excerto aqui publicado tem um link direccionado para essa crónica e quem o entender pode clicar nele e ler o resto da crónica se para aí estiver virado. Pelo que estamos conversados em relação a democracia e honestidade, se bem que agora podíamos entrar noutros campos, nos quais não vou entrar porque não me apetece, apesar de me ter dado lenha suficiente.
caro Mono
Penso que a sua resposta ao meu comentário não pretendia levantar suspeitas sobre a minha honestidade.
No entanto, e porque pode ficar em quem o lê a dúvida de que poderia ter em seu poder alguma coisa que me apontasse do ponto de vista da minha honestidade, deixe-me dizer-lhe que, como diz o povo, "quem não deve, não teme", e por isso lhe digo que se tem alguma dúvida sobre a minha pessoa o deve declarar publicamente e, em caso limite, dar conta às autoridades policiais das informações que possa ter!
Quanto à democracia, não lhe dou lições nem lhas aceito, até porque neste âmbito não tenho dúvidas que estamos do mesmo lado da barricada.
Ramiro Matos!
Eu não levantei qualquer suspeita sobre a sua honestidade, eu nem sequer o conheço.
Metendo foice em seara alheia: "Teria sido bem mais democrático e honesto ter publicado todo o meu comentário."
Está aqui, penso eu, a razão para o mono ter falado em honestidade. Não compliquemos.
E já agora, sendo eu um ancião da blogosfera, confirmo ser o link para o texto mais do que suficiente na etiqueta dos comentários entre blogues.
Correcto! Parto sempre do princípio que os leitores têm inteligência, conseguem identificar links e discernir entre frases mais complicadas. Erro meu.
Quanto à honestidade, creio que até o Isaltino Morais se julga um homem honesto.
Enviar um comentário