segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

RAMMSTEIN AUS PORTUGAL

Só pra dar conhecimento...

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sábado, 7 de Novembro de 2009

Objectivo Tortulho


Porra estava a ver que não chegava o fim-de-semana, e porquê? É pá é que andei toda a semana com a fixação que tinha de ir aos tortulhos para fazer um belo e suculento petisco com umas batatinhas com casca a acompanhar, (mas falando em culinária, um parêntesis, na quinta-feira vinha a ouvir na TSF um pateta qualquer a espumar que detestava pessoas que diziam: um cafezinho, um cheirinho, umas batatinhas, ok, até compreendo mas ele devia saber que é apenas uma tentativa de tornar mais saborosas as coisas por antecipação, porque nunca um café irá saber tão bem se não colocarmos lá o sufixo "zinho" é que pedir um cafezinho aquece logo e enriquece o paladar). Mas voltemos à saga dos tortulhos. Lá fui eu feito lampeiro com três sacos enfiados nos bolsos e uma navalha, que a apanha prometia, e eis que enquanto avançava pelo caminho de cabras a fazer gincana entre as poças lamacentas, encontro o local ideal para que milhares de tortulhos com carácter lá queiram crescer viçosos. Passa-se meia hora e nada, nem um, será que alguém se antecipou ou foram de férias para os trópicos? Mas a conta-gotas lá se deixaram domesticar, que eu não sou gajo de desistir facilmente, e lá se foram aconchegando no saco que sinceramente estava mais meio vazio que meio cheio.
A lamentar apenas o facto de um caralh# de um espinho se vir enfiar no meu dedo indicador e sempre que faço um movimento o bicho parece estar vivo e domina-me completamente, é um bárbaro!
Faz-se um belo refugado com muita tomate, alho, cebola e cenoura, junta-se carne entremeada cortada aos bocadinhos, louro, picante de qualidade e um bocadinho de vinho, quase no fim juntam-se os tortulhos previamente fervidos e voilá! De sobremesa umas castanhas assadas e jeropiga. E pronto o jantar de Outono está feito.

Superhistory




Uma história alternativa onde os Super-Heróis lutaram ao nosso lado.

Ao nível de berros há aqui coisas a analisar

Este gajo berrava muita bem

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sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Actualização

Estava a fazer o check out do hotel quando surge uma velhinha a perguntar na recepção "É aqui que o Sr. Bambo dá consultas?"
Quando o recepcionista lhe disse que tinha sido ontem, a mulher quase teve um colapso. Mais uma resolução de mau olhado adiada por uns tempos.
Sr. Bambo rula!

quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

Era o gajo!

Calos

Tenho um calo no dedo mindinho do pé esquerdo. É uma coisa que não me incomoda, basicamente por duas razões, um, quando ando de sapatinlhas o gajo não se manifesta, dois, foi provocado por um par de sapatos que comprei por 80 dólares, que em Portugal custam 150 euros. Duas boas razões. O problema é que a única merda de sapatos que tenho (tirando aqueles pretos que comprei por dois contos, quando a moeda ainda era o escudo, na Baixa de Coimbra e que já fizeram uns dez casamentos) são os que me provocaram a porra do calo, que só se manifesta com a merda dos ditos cujos.
Hoje de manhã, ao descer para o pequeno almoço o pequeno tubérculo voltou a atacar e prontos, lá tive que ir calçar as sapatilhas sebentas, que me dão o ar profissional de um entregador da telepizza.
Ao regressar ao hotel apanhei um cagaço no andar do quarto, com uns quatro pretalhões, sentados em sofazinhos no Hall, com ar de professores Bambo, com aqueles vestidinhos que os gajos usam para dar aquele ar de feiticeiro de aldeia perdida no meio do Burkina Faso, missangas e tudo. Fiquei estarrecido. Só depois percebi que aquela merda era mesmo uma consulta de feiticeiros, tipo aquelas macacadas dos maus olhados e bruxos lesiona-Romeros, quando vi um quarto com a porta aberta, cheio de tralha para enganar tontinhos. Assim de relance acho que até lá vi uma bola de cristal. Pelo menos uma galinha de plástico tinha. Ou se calhar era real.
Enfim, comprei uns sapatos bem confortáveis que afastaram de vez o mau olhado do calo.

quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Duas questões em relação às quais professo uma profunda indiferença,mas que até são interessantes



terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Não, foda-se! Não é o dos vampiros


segunda-feira, 2 de Novembro de 2009

Momento auto-biográfico

Músiquinhas

À procura do novo vídeo com a gaja dos Yeahs Yeahs Yeahs, or wathever, encontrei esta verdadeira preciosidade:

Pelo caminho entretive-me com os Neon Indian

E lá acabei por encontrar o bizarro, mas bastante interessante vídeo do sapo.

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The Vagina Interpretation


The vagina monoliths: Stonehenge was ancient sex symbol

quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Luxo sob a forma de som!!!

Eis o regresso dos Alice in Chains!

Depois da morte do genial e marcante vocalista dos Alice in Chains, Layne Staley, e um interregno de 14 anos (!!!) no que toca a lançamento de álbuns originais a banda de Seattle encontrou, incrivelmente, um substituto à altura do anterior vocalista. Se fecharmos os olhos as vocalizações do novo vocalista, William DuVall, são quase tão profundas como as de Layne Staley e a sonoridade AiC continua em forma. Claro que agora uns vão dizer que os “antigos” Alice in Chains é que eram e estes “novos” Alice in Chains estão a milhas…e tal…Mas a verdade é que o novo álbum é muito bom e recomendo. E aqui fica o single do novo album Black Gives Way to Blue. ENJOY!!!

Cambada de idiotas

A estupidez e a ignorância são duas conhecidas características de combustão e propagação natural. Se a elas somarmos os conhecidos catalizadores, religião e iliteracia, temos o quê? Uma notícia do Cinco Quinas:

O Terço Evita o Cancro


Ressoam na minha cabeça uma catrefada de impropérios para escrever, mas acho que vou conter e simplesmente mostrar a idiotice de alguém, que lê um texto, não o consegue interpretar devidamente - neste caso o factor determinante foi a religião - e tira uma conclusão que, no mínimo, é perigosa para as pessoas que a lêem.

Ora, o senhor em causa leu um livro, do qual extrai um capítulo, com base no qual conclui que "O Terço Evita o Cancro". Vamos lá dar uma olhadela no texto:

"(...) Estudou a forma como estes ritmos flutuam de um momento para o outro, em dife­rentes períodos do dia. Sabia que um equilíbrio estável entre esses biorritmos distintos talvez fosse o indicador mais preciso de boa saúde; (...) Pediu aos seus pacientes que fizessem exercícios como cálculo mental ou ler em voz alta, enquanto media as micro-variações do seu ritmo cardíaco, tensão arterial, irrigação cerebral e padrões de respiração. Desse modo, pôde constatar que o mais pequeno dos exercícios mentais stressantes tinha um efeito imediato nesses ritmos (...)

Na experiência do Dr. Bernardi, o estado neutro consistia em pedir aos sujeitos que recitassem um texto que soubessem de cor, o que não requeria uma atenção par­ticular. Como os sujeitos viviam na Lombardia, uma região italiana profundamente católica, pensou, naturalmente, em pedir-lhe que rezassem o terço.

O Dr. Bernardi não tardou a perceber que a explicação era bem mais simples. Em Itália, a congregação reza o terço à vez, com o padre. Cada recitação ocorre numa única expiração. A inalação que se segue ocorre durante a vez do padre. Os pacientes haviam adop­tado naturalmente esse ritmo, enquanto diziam a oração durante a experiência. Ao fazê-lo, também se haviam adaptado mecânica e subconscientemente, a uma frequência de seis respirações por minuto que é precisamente o ritmo natural de flutuações nas outras funções biológicas que o Dr. Bernardi analisava (ritmo cardíaco, ten­são arterial, irrigação sanguínea do cérebro).

Tal como na prática do ioga, os pacientes aprenderam a deixar a sua voz proferir cada sílaba do mantra, de modo a sentirem os sons vibrarem nas suas gargantas. Então, continuariam a seguir a sua exalação, até sentirem necessidade de inspirar novamente para a repetição seguinte. Bernardi observou precisamente os mesmos resultados obtidos com a oração da Ave Maria. A respiração dos pacientes adoptou automaticamente um ritmo de seis ciclos respi­ratórios por minuto; uma harmonização ou coerência com os rit­mos de outras funções fisiológicas autónomas. "

A conclusão natural deste texto é que a repetição de uma mantra conhecida, provavelmente com um certo número de sílabas, permite que uma pessoa controle os seus ciclos respiratórios, tendo consequências positivas na saúde. Se eu recitar um caralhoconapicharatafodasse de forma a controlar o meu ritmo respiratório encontro o tal equilíbrio e, segundo o texto, a minha saúde beneficia disso.

Concluir que rezar o terço evita o cancro revela - como o outro senhor diz - uma falta de (não de inteligência, que já tive um cão que era muito inteligente) rectidão intelectual, que pode ter consequências nefastas em pessoas que leiam isto. Mas enfim, os meios justificam os fins e encher a igreja à hora do terço é muito importante.


quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

deus existe e causa-me hemorróidas

A propósito deste post, só me resta mesmo puxar das palavras de um grande sábio, que conseguem convencer quem tenha o mínimo de inteligência e de rectidão intelectual de que deus existe e me provoca hemorróidas. Sim, que isto de saber se deus existe ou não já não é uma questão de fé, mas de lógica. Aqui vão elas:

«Um vintém é um vintém, um cretino é um cretino»

Não pretendendo com estas palavras atingir directamente o autor, mas sim a arrogãncia implícita no seu texto. Para o bem ou para o mal, mais facilmente sera recordado para a posteridade Saramago, apesar das suas atitudes infantis e pouco ponderadas, que o autor do post.


No aeroporto...

...
- Como se chama?
- Batman.
- Batman? Deixa-te de merdas e diz como te chamas.
- Já disse senhor, o meu nome é Batman.
- Aí o c@r@£§o, queres brincadeira? Como é que te chamas?
- Não se enerve, eu chamo-me Batman...
- Bom... então e o nome de família?
- Superman.
- Superman??? Tas aqui, tas ali.
- É verdade, olhe aqui o meu Cartão do Cidadão.


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terça-feira, 27 de Outubro de 2009

O email faz 40 anos

A primeira mensagem de correio electrónico entre computadores situados em locais distantes foi enviada em 29 de Outubro de 1969, quase dois meses depois do primeiro nó que deu origem à Internet.

O texto dessa primeira mensagem continha apenas duas letras e um ponto –“LO.”.
A mensagem seguiu do computador do laboratório de Kleinrock na UCLA para o de Douglas Engelbart no Stanford Research Institute, utilizando como suporte a recém-criada rede da ARPA.

O primeiro nó de ligação entre dois computadores da Arpanet tinha sido estabelecido pouco tempo antes, em 2 de Setembro de 1969, pelo que a história da Internete do e-mail em rede se confundem.

No início da década de1960, surgiram sistemas de troca de mensagens entre terminais de um mesmo computador, mas o primeiro e-mail em rede foi transmitido apenas em 1969.
Dois anos depois, Ray Tomlinson inventou os primeiros programas para envio de e-mails em rede através da Arpanet e criou a arroba(at,em inglês – @) para separar o login do utilizador do domínio do servidor.

Em1976, a rainha de Inglaterra, Isabel II, enviou o seu primeiro e-mail, e em 1978 surgiu o primeiro spam, entendido como mensagem de correio electrónico enviada para múltiplos destinatários sem consentimento destes. Quarenta anos depois, 70 por cento dos e-mails enviados diariamente são spams, uma praga que acompanha o crescimento dos vírus e do marketing na Internet, mas que tem sido combatida, com relativo sucesso, por diversos sistemas de filtragem desenvolvidos.

O e-mail encontra cada vez mais concorrentes noutros sistemas de comunicação de texto, áudio e vídeo, de envio de ficheiros e de troca de mensagens instantâneas, através de ferramentas como oMessenger, Skype e Twitter, a que se juntará o GoogleWave.

Apesar de popular, o email continua a ser utilizado pela maioria das pessoas sem certificados digitais de segurança, pelo que cada mensagem pode ser interceptada por um qualquer técnico de informática que tenha acesso a um dos routers por onde passa.

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