Tenho saudades destes gajos.
Quinta-feira, 15 de Março de 2012
Quarta-feira, 14 de Março de 2012
Terça-feira, 13 de Março de 2012
Desinteriorizar a cabeça
Outra coisa que me atormenta é a cena de desertificação. Mas vós já vistes quem é que manda no concelho? Quem são as pessoas que nos representam? Epá, assim claro que não.
O Sabugal é uma espécie de tempestade perfeita do compadrio e do amiguismo torpe. E não falo só dos partidos de poder. Falo de mancomunados da esquerda à direita. Uma comunidade acomodada à mediocridade e à mini. Chegou-se a uma altura em que mais do que mudar as caras, é preciso mudar as cabeças. Se não, é deixar de chorar o futuro porque quanto mais depressa o pessoal for para a França e para Lisboa, mais depressa vêm os alemães comprar isto e fazer umas quintas fixolas.
O Sabugal é uma espécie de tempestade perfeita do compadrio e do amiguismo torpe. E não falo só dos partidos de poder. Falo de mancomunados da esquerda à direita. Uma comunidade acomodada à mediocridade e à mini. Chegou-se a uma altura em que mais do que mudar as caras, é preciso mudar as cabeças. Se não, é deixar de chorar o futuro porque quanto mais depressa o pessoal for para a França e para Lisboa, mais depressa vêm os alemães comprar isto e fazer umas quintas fixolas.
Momento comuna
O salário mínimo em Portugal é uma vergonha. A Grécia, que está nas lonas mais lonadas da Europa tem uma salário mínimo bem maior. Aliás, teve de diminui-lo por causa da crise e mesmo assim continua a ser maior. Por isso, não venham os demagogos da direita dizer que esta não é a altura para essas merdas de aumentar o salário mínimo. Agora é que é! Diminuir os salários bons e até mais ou menos e aumentar o mínimo. Sem espinhas, fácil de compreender. Mas o burro do orgasmo Carlos, depois de apresentar uma proposta defensável com boa vontade, promete logo uma greve geral de grandes dimensões, não vá o governo ponderar a proposta. Bardamerda para estes gajos.
Segunda-feira, 12 de Março de 2012
Quarta-feira, 7 de Março de 2012
Sexta-feira, 2 de Março de 2012
Austeridade rima com... Paga e deixa de ser piegas

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores,
suportes burocráticos respetivos, carros, motoristas, etc.) dos três
ex-Presidentes da República com mais de trezentos mil ano.
2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80,
profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na
Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras
libações, tudo à custa do pagode.
3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não
servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir
milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções
nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.
5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E
os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de
cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem
ser auditados*?
6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa
reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.
7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200
euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas
Juntas de Freguesia.
8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização
dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem
verbas para as suas atividades.
9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das
Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo
País;.
10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das
horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e
até, os filhos das amantes...
11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e
entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.
12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não
permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal
como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a
compras, etc.
13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e
respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos
contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.
14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por
nós) ( que só há trezentos e cinquenta mil a mais) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO
SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR
DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.
15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que
servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de
província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de
PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás
oligarquias locais do partido no poder.
16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre
aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo,
no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar,
julgar e condenar.
17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado
e> entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.
18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN
e BPP.
19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos,
onde quer que estejam e por aí fora.
20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma
recebe todos os anos.
21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões
ao erário público.
22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de
funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a
quadros do Partido Único (PS + PSD).
23. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado),
que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se
locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo
ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo
preço que "entendem".
24. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo,
confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram
patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando
preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas
pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos
dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência
aos que efectivamente dela precisam;
25. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que,
daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra
crise".
26. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com
que paguem efetivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de
justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não
prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.
27. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que
tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos
ditos.
28. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos
políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e
depois.
39. Pôr os Bancos a pagar impostos.
Estas medidas não se podem aplicar????
Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2012
A minha cabeça pequena
O meu primeiro dia de aulas na Universidade também foi bastante semelhante ao teu. Apanhei uma borracheira tal de manhã que fui parar aos HUC depois de gregoriar o almoço nas escadas Monumentais. Não é que estivesse num estado completamente lastimável (estava), mas é que já tinha estado bem pior e tinha sobrevivido sem que me levassem ao hospital. O problema é que iam a passar uns cabrões que se armaram em bons samaritanos e chamaram a ambulância, caso contrário eu arranjava maneira de me arrastar até à paragem de autocarro, e talvez vomitá-lo, até chegar a casa, onde passaria 48 horas a hibernar.
Sábado, 25 de Fevereiro de 2012
A minha cabeça pequena
Tendo entrado na Universidade com 17 anos, não será difícil compreender o nervosismo e entusiasmo do primeiro dia de aulas. Ia pouco confiante porque o desconhecido nunca me trouxe grande coesão. Apesar disso, logo nesses primeiros dias encetei umas conversas com colegas que, a caminho de casa, me encheram de esperança no mundo e nas pessoas. Orgulhoso, pensei: "participei aqui naquelas conversas universitárias que às vezes se vê nos filmes e se lê nos livros". Reparai como pensei em português incorrecto. Ora, como poderia eu articular uma ideia decente, se nem em bom português conversava comigo mesmo?
Quanto mais se ia cimentando o meu conhecimento no curso que escolhera, mais ia percebendo que as conversas com os colegas não passavam de mediocridades ditas em sítio nobre. Sem dúvida valiosas na criação de amizades, mas nada mais que isso.
Da pouca sensatez que nos sobra, haja alguma que nos coloque no lugar de seres humanos e nada mais. A massificação do ensino superior generalizou a boçalidade a céu aberto. Assim como os petizes querem ser o Cristiano Ronaldo, não faltam adultos tentando copiar o Eça de Queirós... Coitados.
Quanto mais se ia cimentando o meu conhecimento no curso que escolhera, mais ia percebendo que as conversas com os colegas não passavam de mediocridades ditas em sítio nobre. Sem dúvida valiosas na criação de amizades, mas nada mais que isso.
Da pouca sensatez que nos sobra, haja alguma que nos coloque no lugar de seres humanos e nada mais. A massificação do ensino superior generalizou a boçalidade a céu aberto. Assim como os petizes querem ser o Cristiano Ronaldo, não faltam adultos tentando copiar o Eça de Queirós... Coitados.
Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012
Eu cá sou bom
Os tempos de aperto não são novos ao ser humano. De um ponto de vista optimista, podemos até assumir as crises como as grandes impulsionadoras do desenvolvimento humano. Nem sempre… Às vezes os momentos de convulsão e incerteza levam a retrocessos civilizacionais, entendidos pela população como única saída. E não falo de austeridade, mas sim de faróis comunitários, de líderes impolutos, de pessoas exemplares. Enquanto a Alemanha caía prostrada pelo tratado de Versalhes, havia um cidadão que havia combatido heroicamente na Grande Guerra. Um cidadão impoluto, artista, honesto e com grande poder de oratória. O seu nome era Adolfo. Na Itália, o povo depauperado viu num exemplar pai de família (seria?) o defensor dos costumes e da unidade italiana. Em Portugal, o honesto António mais não fez do que aplicar a sua austera e recta maneira de ser a todo um país. Pôs as contas na ordem e o povo agradeceu. Vivemos tempos em que é fácil cair na tentação de nos acharmos exemplares. Até que a desgraça se lembre de nós, como não se esquece todos os dias de milhares de famílias portuguesas, achamos que nunca na vida faríamos parte desses papalvos que contribuíram para a crise financeira e social que vivemos. A vida é uma sorte e lembrando-nos disso talvez consigamos um compromisso real com a humildade, essencial para o tal desenvolvimento humano. Ou então vamos cada um de nós tentar a sorte de ser o próximo António: um exemplo para o Zé Povinho
A continuación...
A continuación...
Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012
Ganda Ciganão
Em 31 anos de vida, nunca encontrei ninguém que tivesse sido enganado ao comprar casa ou carro. Pelos vistos, em 10 milhões de portugueses sou o único papalvo que compra coisas pelo preço justo. Há uma impossibilidade prática nisto tudo: não podem ser todos espertalhões, porque tem de haver quem seja levado à certa. Ou é o carro com o preço enganado no folheto, ou a casa em que se baixou o preço porque se descobriu uma providencial mancha de humidade, todos sentem alegria ao afirmar-se arautos da negociata esperta. Encontro pessoas empenhadas em demonstrar que o lucro para quem vendeu foi nulo chegando-se por vezes, com o avançado da hora e das cervejas, à conclusão indubitável de que houve prejuízo para o vendedor. No fundo, num país em que se fala de falta de espírito de entreajuda e de crise, temos uma rede de concessionários automóvel e imobiliárias que estão abertas com o objectivo de oferecer os seus produtos sem ligar ao lucro. No século XXI ninguém gosta de ser “Chico Esperto”, mas chegou o advento do “Ganda Ciganão”, conceito mais perigoso porque ferido de preconceito étnico, além de formado por uma palavra que nem existe. Outra característica que salta à vista é o género destas denominações espertalhonas. Os homens têm o exclusivo desta insegurança que infere a tentativa de ser enganado, activando a guerra preventiva como forma de acalmia. Mas claro, esta guerra preventiva é um pequeno pónei colorido com que o jogo da compra e venda se torna ainda mais chato (ou aliciante).
Continua, com os outros dois comparsas, no Açoriano Oriental.
Continua, com os outros dois comparsas, no Açoriano Oriental.
Vidas
Isto anda um bocado parado, eu sei, mas é que a malta tem uma vida extremamente complexa e por vezes temos de fazer uma pausa aqui para nos dedicarmos a assuntos de maior importância, do género, enquanto eu tenho andado na Síria a treinar os rebeldes para deitar abaixo o Bashar Al Asad, o Pereira tem feitos esforços diplomáticos para a anulação do acordo ortográfico nos Açores, o Sr. Barroso tem andado ocupadérrimo a ajudar as autoridades na autópsia da Whitney Houston e o Vic, bem, o Vic anda simplesmente a coçar a micose, marimbando-se para isto.
Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2012
Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012
Coiso
Anda aí a crise e um gajo pouco pode fazer para combatê-la. É mais que óbvio o caminho a percorrer e pouco depende de nós, de modos que tenho visto uns filmezitos nos entretantos, mas que parecem também andar em crise de identidade, pois muito prometiam e pouco se aproveitou.
Ora, o senhor David Fincher pegou na famosa trilogia de Stieg Larsson e transpôsia para o cinema, algo que já tinha sido feito na Suécia mãe do senhor Stieg, com relativo sucesso, mas enorme enfado cá para os meus lados. Há uns anos vi uns 20 minutos a 24 fps do primeiro filme e depois desisti, que o livro era mais interessante. Com a versão do senhor Davide aconteceu mais ou menos a mesma coisa, mas aguentei do princípio ao fim. O senhor Davide percebe da poda. Realizou o Se7en, o Jogo e mais alguns filmes já a pender para o desinteresse (o senhor Christopher Nolan, por exemplo, conseguiu manter a fasquia mais elevada), mas sabe filmar e apresentar imagens bonitas. Não fosse eu já ter lido o livro e ter adormecido duas vezes talvez dissesse alguma coisa de bom do filme com nome comprido que mete dragões e tatuagens, assim, limito-me a dizer que tinha imagens bonitas.
Outro que vi foi os Descendentes, com o George Clooney, esse senhor que está para o Sudão como o Sean Penn para o Haiti e a Madonna para as agências de adopção. A mulher dele sofre um acidente e fica para morrer, entretanto o Clooney fica desamparado quando sabe que ela lhe estava a por os cornos. Não chegasse isso, ainda tem de aturar duas filhas que são umas cabrinhas. Ou devia ser isto, se bem que as filhas que começam armadas em cabras depressa ficam pacificadas, depressa demais para mim e para o filme e o rapaz continua quase desamparado até ao fim por lhe terem posto os cornos. Filme de estúdio a armar em indie, mas sem a liberdade indie que lhe conferiria alguma piada. Não adormeci, o que foi bom.
Por fim, Moneyball, um filme de baseball com o Brad Pitt, que, como se sabe mantém uma relação com a outra senhora que também está para as agências de adopção como o Passos Coelho para a austeridade. Ora, eu gosto muito do Brad Pitt. E do Clooney. E do Daniel Craig. E da mulher deste último e dos outros dois. Mas o facto é que o Moneyball pouco sai da banalidade, apesar do Pitt fazer um bom trabalho e tal, mas no fundo, no fundo, ou talvez mesmo à superfície é um filme sobre baseball e o baseball é um desporto da treta, apesar do filme não o ser totalmente, mas contudo, também não adormeci.
Outro que vi foi os Descendentes, com o George Clooney, esse senhor que está para o Sudão como o Sean Penn para o Haiti e a Madonna para as agências de adopção. A mulher dele sofre um acidente e fica para morrer, entretanto o Clooney fica desamparado quando sabe que ela lhe estava a por os cornos. Não chegasse isso, ainda tem de aturar duas filhas que são umas cabrinhas. Ou devia ser isto, se bem que as filhas que começam armadas em cabras depressa ficam pacificadas, depressa demais para mim e para o filme e o rapaz continua quase desamparado até ao fim por lhe terem posto os cornos. Filme de estúdio a armar em indie, mas sem a liberdade indie que lhe conferiria alguma piada. Não adormeci, o que foi bom.
Por fim, Moneyball, um filme de baseball com o Brad Pitt, que, como se sabe mantém uma relação com a outra senhora que também está para as agências de adopção como o Passos Coelho para a austeridade. Ora, eu gosto muito do Brad Pitt. E do Clooney. E do Daniel Craig. E da mulher deste último e dos outros dois. Mas o facto é que o Moneyball pouco sai da banalidade, apesar do Pitt fazer um bom trabalho e tal, mas no fundo, no fundo, ou talvez mesmo à superfície é um filme sobre baseball e o baseball é um desporto da treta, apesar do filme não o ser totalmente, mas contudo, também não adormeci.
Sábado, 4 de Fevereiro de 2012
Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2012
Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012
Lost in Translation
Um gajo pede um pisto com ovo a pensar que vai sair alguma coisinha de jeito e sai um estufado de beringela, com ovo estrelado. A fome era tanta que marchou tudo.
Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012
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