Boy meets girl

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Comemoram-se hoje os 50 anos da Declaração dos Direitos das Crianças.
E como aqui no burgo, não deixamos passar estas coisas ao lado, aqui fica um video desse grande empreiteiro "Bob, o Construtor", que além de trabalhar sempre bem disposto, não dá maus exemplos de corrupção, às crianças.
Se bem que o video que escolhi, é apenas a intro ou genérico como preferirem, mostra um mau exemplo as crianças.
Vejam o vídeo, e reparem na betoneira a ultrapassar o camião pela direita e pela berma. Tsccc, tsccc!!!
Como diz o povo, "Não há bela, sem cornos"
Etiquetas: Dia Mundial da Criança
As más noticias não param de chegar à nossa redacção, desta vez categoria desportiva.
Sporting avança para Quaresma.
Eu só digo...
Come back,
Please don't come back...
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CRIAR BOSQUES é um projecto da Quercus que visa criar e cuidar de bosques de espécies autóctones, árvores e arbustos originais da flora portuguesa. Através da colaboração com várias entidades e voluntários colhem-se sementes que germinamos em plantas, plantam-se árvores, cuidam-se de bosques, recupera-se a floresta portuguesa.
Próximas plantações:
1. Vila Real (Serra do Alvão); 2. Baião (Serra da Aboboreira); 3. Sabugal; 4. Portalegre (Serra de S. Mamede); 5. Ponte de Sôr; 6. Cadaval (Serra de Montejunto); 7. Grândola
SABUGAL
Data: 21-11-2009
Hora: 10:00
Local: Vale da Asna (freguesia de Quadrazais; Concelho de Sabugal)
Encontro: Local da plantação.
Contactos: Ricardo Nabais (931 104 568 ou nabais@quercusancn.pt)
Obs: No Sabugal seguir até Quadrazais. À saída de Quadrazais (na estrada para Vale de Espinho), vira-se à esquerda e segue-se por um caminho de terra batida até à parcela de plantação.
E POR FIM AQUI FICAM OS OBJECTIVOS DO PROGRAMA CRIAR BOSQUES:
Reproduzir árvores e arbustos autóctones, nomeadamente algumas espécies raras ou ameaçadas de extinção;
Restabelecer o coberto arbóreo e arbustivo autóctone em áreas públicas e privadas, através da plantação/sementeira e do aproveitamento da regeneração natural;
Disponibilizar plantas autóctones produzidas em viveiro para utilização em projectos de carácter conservacionista;
Desenvolver uma componente de educação ambiental, designadamente através da criação de parques botânicos de espécies autóctones em espaços públicos e privados;
Envolver entidades públicas e privadas no desenvolvimento do projecto através de acções que evidenciem a sua cultura de responsabilidade ambiental.
Já que alguém falou no vinho do sabugal, à venda no museu. Vou deixar aqui um post dedicado a essa "pomada".
Dá pelo nome de "Conde do Sabugal", é produzido pela Quinta Casa de Santar, nas qualidades, Tinto, Branco e Moscatel. Ao que parece a pinga até é boa, como se pode ler aqui.
Quanto ao preço, penso que no museu da cidade está mais inflacionado doque no mercado geral. No que diz respeito à promoção da região do Sabugal não sei se contribui muito ou pouco, uma vez que é produzido fora da região do Sabugal, se bem que dentro da "Zona do Douro", os viticultores do sabugal, tambem não devem ser perdidos nem achados no meio de todo o processo.
Não sei se a Câmara Municipal ou a Sabugal +, fazem muita ou pouca divulgação do produto, mas quanto ao que tenho visto... não tenho visto nada. E quanto à exclusividade de comercialização, tambem não sei que cota é que é dáda à região do Sabugal. Pode ser mais um produto pra encher o bucho, quer dizer a prateleira.
Se der pra juntar uns quantos bons amigos à mesa, a passar um bom bocado e a comer um bom repasto, por mim está... Aprovado.
"Não foram precisos nem 20 anos para sublinhar a imensa superioridade do socialismo, em todos os campos, sobre o capitalismo. A realidade mais uma vez confirmou a tese de Lénine na sua discussão com o oportunismo: «A ditadura do proletariado é mil vezes mais democrática que a mais livre das democracias burguesas.»"
O jornal Avante, que confundi no início com um pasquim humorístico, continua a sua senda da legitimação da barbárie que assolou parte da Europa durante 44 anos (outra parte ainda, durante 72 anos). Os milhões de assassinados, deportados, torturados, vigiados,dopados, humilhados, manipulados não chegam para que os comunistas, que quando se trata de política se comportam como amibas descerebradas, mudem a sua visão do mundo e reconheçam finalmente o direito à liberdade individual. Estes pilantras que vão reforçando de forma risível as suas crenças em relação à sociedade liberal em que felizmente vivemos, parecem defender um modelo de organização social como quem defende um clube de futebol. Se eu entendo, ironia à parte, que um sportinguista continue a ser sportinguista apesar de tudo, já me custa que um tipo continue a ser comunista e cuspa na memória dos milhões de mortos por esse mundo fora.
Por incrível que pareça aproveitam-se de estudos feitos pelo Grande Satã Económico, na Europa de Leste, onde parece que os velhos têm saudades dos tempos em que os soviéticos metiam os tanques na rua sempre que alguém piava. Isto lembra-me os velhos que dizem que o que era bom era haver um Salazar a cada esquina. Mas os velhos que são saudosistas do Salazar, são ignorantes. Os velhos que têm saudades do Estaline, são iluminados.
O que assusta é a iliteracia dos pseudo-intelectuais das fileiras anti-mundoondevivemedoqualtirammaisproveitodoqueeu, artilhando o discurso de meia dúzia de chavões retirados da wikipedia, por forma a dispensar a leitura de livros.
A economia de mercado deu-nos a oporunididade de beber o conhecimento em várias fontes (ao contrário do bafiento e histrionicamente louvado sistema de ensino soviético)e muito dificilmente as pessoas são levadas por meia dúzia de balelas como há 40 anos atrás. Hoje, a maioria as pessoas sabe ler e distingue livres pensadores de ideólogos de pacotilha, e felizmente prefere telenovelas a panfletos surrealistas de má qualidade.
A alienação também sucede no mundo livre, mas em Democracia há a possibilidade de sair dela.
Não vais às almoçaradas?
É porque não és culto, nem progressista, nem maçon, enfim, és um cafre.

Porra estava a ver que não chegava o fim-de-semana, e porquê? É pá é que andei toda a semana com a fixação que tinha de ir aos tortulhos para fazer um belo e suculento petisco com umas batatinhas com casca a acompanhar, (mas falando em culinária, um parêntesis, na quinta-feira vinha a ouvir na TSF um pateta qualquer a espumar que detestava pessoas que diziam: um cafezinho, um cheirinho, umas batatinhas, ok, até compreendo mas ele devia saber que é apenas uma tentativa de tornar mais saborosas as coisas por antecipação, porque nunca um café irá saber tão bem se não colocarmos lá o sufixo "zinho" é que pedir um cafezinho aquece logo e enriquece o paladar). Mas voltemos à saga dos tortulhos. Lá fui eu feito lampeiro com três sacos enfiados nos bolsos e uma navalha, que a apanha prometia, e eis que enquanto avançava pelo caminho de cabras a fazer gincana entre as poças lamacentas, encontro o local ideal para que milhares de tortulhos com carácter lá queiram crescer viçosos. Passa-se meia hora e nada, nem um, será que alguém se antecipou ou foram de férias para os trópicos? Mas a conta-gotas lá se deixaram domesticar, que eu não sou gajo de desistir facilmente, e lá se foram aconchegando no saco que sinceramente estava mais meio vazio que meio cheio.
A lamentar apenas o facto de um caralh# de um espinho se vir enfiar no meu dedo indicador e sempre que faço um movimento o bicho parece estar vivo e domina-me completamente, é um bárbaro!
Faz-se um belo refugado com muita tomate, alho, cebola e cenoura, junta-se carne entremeada cortada aos bocadinhos, louro, picante de qualidade e um bocadinho de vinho, quase no fim juntam-se os tortulhos previamente fervidos e voilá! De sobremesa umas castanhas assadas e jeropiga. E pronto o jantar de Outono está feito.